Sociedade 

A política das ligações particulares em celulares corporativos

É comum que as empresas disponibilizem celulares corporativos para seus colaboradores, mas seu uso deve ser feito com muito cuidado para não ocasionar em problemas

A mobilidade que existe no mundo corporativo atualmente é algo que não existia há alguns anos. Enquanto antes era necessário estar no escritório para poder fazer ligações para clientes e parceiros, hoje em dia a situação é bem diferente.

O uso bastante intenso dos celulares ajudou a mudar essa situação de figura. Dessa forma, o representante de vendas de uma empresa pode entrar em contato com quem precisar direto da rua, sem que tenha que se deslocar a um local físico para tal.

Porém, ao mesmo tempo em que essa evolução é excelente para melhorar a produtividade dos colaboradores e fazer com que seu trabalho seja ainda mais prático, é preciso utilizar essa ferramenta de trabalho com sabedoria.

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Não é algo estritamente proibido utilizar os aparelhos corporativos para fazer uma ligação pessoal com caráter de emergência, mas também não é correto utilizá-los todos os dias, da mesma forma que um telefone pessoal.

Por isso, é muito importante aprender mais sobre essa política e saber o que pode e o que não pode ser feito, de modo que tanto o colaborador quanto a empresa sejam beneficiados com essa escolha.

O que é o conceito de celular corporativo?

Como o próprio nome indica, um celular corporativo deve ser utilizado para assuntos que sejam de interesse da empresa, ou seja, o contato com clientes, potenciais clientes, colaboradores, parceiros e afins.

O aparelho fica de posse de alguns funcionários que realmente precisam dele, com destaque para as equipes de vendas, que necessitam de ligações constantes para uma série de pessoas, bem como colaboradores de cargos executivos, por exemplo.

Os profissionais que receberão um celular corporativo nem sempre são os mesmos em todas as empresas, já que tudo depende do que elas precisam e de como são formadas as suas equipes de trabalho, mas fato é que essa é uma realidade cada vez mais comum.

O processo deve funcionar de maneira similar aos veículos que são cedidos a profissionais que trabalham com manutenções domésticas ou para o transporte de cargas entre diferentes localidades: é preciso utilizá-los com sabedoria.

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Dificilmente uma empresa dará algum tipo de advertência a um funcionário que tenha ido ao mercado ou à padaria com o carro corporativo, desde que isso seja esporádico, o que não quer dizer que ele pode utilizar o veículo para viajar com a família.

A finalidade de alocar recursos para os colaboradores, seja um carro ou um celular corporativo, é o de fazer com que seu trabalho seja realizado com mais praticidade e agilidade, e não que esse seja um presente para uso inteiramente pessoal.

Para definir as regras e garantir que todos entendam como o processo deve funcionar, o ideal é estabelecer uma política de uso bem clara e de conhecimento de todos.

Como funciona a política de ligações particulares?

É leviano querer determinar um único tipo de política de uso, já que cada empresa possui as suas próprias políticas. Portanto, ela é variável de acordo com cada companhia.

Porém, em tese, todas as políticas determinam que o aparelho seja utilizado principalmente para o trabalho e que o colaborador faça todas as ligações de que precisar, com moderação quanto à quantidade e também à duração das chamadas.

Para explicar esses detalhes com maior precisão e efetividade, a empresa pode fazer uma reunião com todos os colaboradores que utilizarão os celulares corporativos e dizer como deve ser feito o uso dessa ferramenta.

Além de uma reunião, também pode existir um regulamento interno, código de conduta ou alternativa semelhante, que possa ser consultado sempre que necessário, com todas as regras de uso do aparelho.

Depois de tudo isso, a empresa pode definir que os colaboradores têm uma quantidade determinada de minutos para uso pessoal, ou então que esse tipo de ligação deve ser feito apenas em caráter de urgência.

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Outras, ainda, podem permitir que o colaborador realize quantas ligações particulares desejar, mas que isso será descontado em sua folha salarial, desde que a determinação esteja devidamente disposta em seu contrato de trabalho.

Certas empresas preferem não optar por uma alternativa tão burocrática assim e, por isso, investem em campanhas de conscientização, para que os colaboradores assimilem a ideia de que devem ser moderados para que a ferramenta continue sendo usada e traga bons resultados à empresa.

Seja qual for a solução escolhida, o importante é que sempre haja uma boa orientação em relação ao uso dos celulares corporativos, o que por si só já evita abusos e problemas de maior proporção.

Como ter um controle mais assertivo?

De acordo com a situação ou a filosofia da empresa, pode ser que os gestores percebam que nenhuma das opções para a implantação de uma política de ligações particulares surtiu efeito. Então, se faz necessário buscar uma alternativa mais específica.

Nesse caso, o melhor a se fazer é investir em um sistema de tarifação de telefonia móvel, estratégia que pode suprir todas as necessidades da empresa e melhorar exponencialmente a qualidade de uso dos celulares corporativos.

O funcionamento desse sistema é bem simples: as ligações que são realizadas por aquele aparelho são monitoradas e registradas em tempo real, para que os gestores possam ter acesso a todos esses dados sempre que desejarem.

Isso se faz muito importante para poder ter um controle melhor sobre como o aparelho está sendo utilizado, já que deixar de analisar essas informações pode se converter em um prejuízo muito grande para a empresa.

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É importante ressaltar que a adoção dessa solução sempre deve ser acompanhada de um comunicado a todos os colaboradores que utilizam telefones corporativos, de modo que eles saibam da existência do sistema de tarifação.

Ao fazer isso, a empresa cumpre com a sua parte no que tange ao direito de privacidade dos colaboradores, já que o celular é disponibilizado exatamente para uso comercial, e não para fins pessoais.

Ligações pessoais esporádicas também podem existir, desde que o colaborador seja moderado e entenda que isso é uma exceção e não uma regra, além do fato que a empresa disponibilizou o celular justamente para que ele possa trabalhar melhor.

Quando tudo é bem conversado e explicado, as chances de que aconteça qualquer tipo de problema reduzem drasticamente, o que corrobora para um ambiente de trabalho muito mais agradável.

Celulares corporativos: o presente da comunicação empresarial

Não há nem como dizer que os aparelhos corporativos são uma solução para o futuro, já que são utilizados hoje em dia por várias empresas Brasil e mundo afora. Sem dúvidas, isso se mostra como uma alternativa muito prática e eficiente.

Desde que haja a medida certa de orientação e que ambas as partes cedam onde for necessário, é evidente que a relação entre o empregador e o empregado será a melhor possível, o que também será notado nos resultados obtidos pela empresa.

Dessa forma, com clareza, justiça e bom senso, a auditoria de contas dos celulares corporativos jamais apresentará resultados inesperados, o que será o melhor dos indicativos de uma política de ligações particulares perfeitamente estabelecida.

Artigo escrito por: Tainá Fantin, Link Building da agência SEO Marketing

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