Saúde

HPV na boca: sintomas, transmissão e como tratar

As visitas recorrentes ao dentista podem ser tão benéficas para a manutenção da saúde do organismo, como é para as estruturas orais. Afinal, por meio da examinação da mucosa, os especialistas são capazes de identificar até os primeiros indícios do HPV na boca.

Também conhecido como vírus do papiloma humano, o HPV é uma infecção sexualmente transmissível que acomete aproximadamente 54.6% dos jovens brasileiros. Sendo que a maior taxa de transmissão ocorre entre o público de 16 a 25 anos.

No caso da infecção bucal, ela é possível quando há um contato direto entre a cavidade oral e as lesões genitais. Assim, a boca pode passar a apresentar sintomas da doença, como verrugas, aftas ou feridas nos tecidos moles da boca.

Apesar do aparecimento desses ferimentos orais serem mais raros, o cuidado inadequado de alguns tipos específicos do vírus, pode resultar no desenvolvimento do câncer na boca e na orofaringe.

Por isso, a realização de consultas frequentes com o dentista – que pode ser facilitada por meio de um plano odontologico empresarial – é essencial para a manutenção de uma saúde bucal mais satisfatória e para a prevenção do agravamento de quadros mais severos.

Sintomas

Um grande desafio do HPV na boca é que na maioria das vezes essa enfermidade não apresenta sinais perceptíveis ao paciente. Assim, o diagnóstico do problema pode acontecer apenas quando a doença evolui para quadros mais severos.

Quando a infecção origina essas complicações mais sérias, é possível perceber:

  • Dificuldade na deglutição;
  • Sensação de algo preso na garganta;
  • Tosse constante;
  • Inflamação recorrente na garganta;
  • Inchaço nas amígdalas;
  • Rouquidão;
  • Dor de um único lado do ouvido;
  • Dormência em alguma região da cavidade oral.

No entanto, os infectados também podem perceber machucados na lateral da língua, nos lábios, no interior das bochechas e no palato. Esses sintomas – que demoram cicatrizar –, ainda podem se apresentar em qualquer outra superfície da boca.

Diagnóstico

O diagnóstico do HPV na boca pode ser feito através de um exame clínico de rotina com um dentista, por meio da análise geral desses tecidos moles.

Nesse caso, deve ser sugerida a realização de exames adicionais para controlar a origem e a derivação do vírus, como citologia, biópsia, hibridização do DNA, entre outros.

No entanto, o autodiagnóstico também costuma ser feito, especialmente quando o paciente percebe o aparecimento de lesões brancas ou avermelhadas que demoram mais de duas ou três semanas para cicatrizar. 

No caso de suspeita, é crucial a procura de um médico de confiança para que os devidos exames sejam realizados o quanto antes.

O ideal é que o profissional consultado seja um infectologista ou um estomatologista – dentista especializado em lesões bucais. 

Esses médicos, que podem ser acionados por meio de um plano dental empresarial, além de realizar toda a pesquisa necessária também podem tratar as feridas e iniciar o tratamento necessário.

Essa confirmação do diagnóstico é essencial, porque dependendo do tipo de HPV e dos cuidados tomados, a infecção pode se transformar em uma lesão cancerígena grave, que ameaça todo o bem-estar e saúde dos pacientes.

Tratamento HPV na boca

Na maioria dos casos de HPV, a doença é combatida pelo próprio sistema imunológico e desaparece por conta própria, sem sequer apresentar sintomas aparentes. 

Contudo, quando o paciente apresenta sinais na cavidade oral, o dentista pode realizar intervenções como:

  • Terapia a laser – para cauterizar as verrugas;
  • Uso de ácido tricloroacético;
  • Interferon alpha por três meses.

No entanto, se o vírus evoluir para um câncer de boca ou de orofaringe, o dentista contatado pelo plano odontologico pme deve encaminhar esse paciente para um otorrinolaringologista ou um oncologista. 

Assim, pode ser iniciado o tratamento por meio da cirurgia de remoção do tumor, a quimioterapia ou radioterapia.

O papel do plano odontológico no tratamento e prevenção do HPV

Muitos pacientes que possuem condições odontológicas graves acabam evitando as visitas com o dentista até que as dores e os incômodos passem a ser uma realidade. 

A negligência com esse cuidado, muitas vezes é causada devido à falta de um convenio odontologico para mei, que é extremamente importante nesses casos.

No entanto, as visitas de rotina com o dentista podem auxiliar na prevenção de doenças ainda mais graves do que as cáries ou as periodontites. 

Assim, investir em um serviço de assistência dentária pode fazer com que os custos dos tratamentos e da profilaxia sejam muito mais acessíveis.

E esse auxílio é determinante para o bem-estar dos pacientes, pois algumas condições bucais – como as doenças periodontais ou o HPV – tendem a ganhar contornos severos, que ameaçam a integridade das estruturas dentais e de todo o organismo.

Neste contexto, o uso de um plano dental coletivo empresarial é capaz de viabilizar uma análise da cavidade oral a cada seis meses, aumentando as chances da detecção precoce de doenças infecciosas e da prevenção do desenvolvimento desses quadros.Conteúdo desenvolvido pela equipe do Conviva Melhor, blog criado com o intuito de melhorar a saúde e o bem-estar por meio de conteúdos que reforçam a importância dos cuidados regulares.

Eder Oelinton

Jornalista, amante de tecnologia e curioso por natureza. Busco informações todos os dias para publicar para os leitores evoluírem cada dia mais. Além de muitas postagens sobre varias editorias!

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